segunda-feira, 6 de maio de 2013


TOM DE CINZA



Me fantasiei de branco e cinza
Pra fingir que esqueci.
Me vesti de cinza pra mascarar uma vida que não quis.
Escondida atrás do cinza
Pude ver o que não queria ver e o que recusei pra mim.
Vestida de preto e branco
Revirei o pensamento, escondi o pranto
E deixei minh’alma chorar até sangrar.
Então,
Dei um olé no neutro das cores,
 Revirei a vida dando um colorido ao tom.
Falei as verdades que quis,
Enxerguei tudo o que queria ver,
E recusei que a lágrima caísse sem prazer.
 Juraci 

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