quinta-feira, 3 de julho de 2014
LIBERDADE
Voar como a borboleta sobre a mata,
Vibrar como o beija flor na flor,
Pousar como a águia no penhasco
E plainar como a gaivota sobre o mar.
De vôo em vôo eu alcanço o céu, a terra ou o mar.
De pouso em pouso chego onde quiser.
Plaino sobre os mais belos lugares
E vibro pelo que há de melhor.
A vida pode ser o que quero,
Pois voando como borboleta sou feliz,
poderosa.
bailando como o beija flor, beijo as mais belas
flores.
Como águia do penhasco observo e me
protejo dos males.
Plainando como a gaivota, observo
toda beleza do mar,
Encho meus pulmões do melhor ar,
Pouso onde quero ou vou para onde as
asas me levar.
Seguindo o curso natural,
Qualquer lugar é meu lugar
A mata, o penhasco, o mar.
De vôo em vôo, de pouso em pouso
Faço meu coração pulsar, vibrar ou te
amar.
Juraci
quinta-feira, 10 de abril de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
ENQUANTO ESCREVO
Enquanto escrevo, liberto meus desejos,
Minha vontade de realizar sonhos,
Possíveis ou improváveis, de amor.
Enquanto escrevo, exercito meu pensamento
que me leva a lugares onde sana não poderia ir.
Enquanto escrevo, faço minh’alma viajar
Rumo ao desconhecido, onde há
Promessas de te encontrar.
Enquanto escrevo, liberto meus delírios,
Meu grito preso na garganta
E minha vontade de voar.
Enquanto escrevo, liberto minhas lágrimas
Sufocadas que apertam meu peito,
E podem, pela minha
face, rolar.
Juraci
domingo, 1 de dezembro de 2013
OUTRA PORTA SE ABRIRA
Deixe a porta que se fechou.
Se fechou, fechou,
Ficou para trás.
Olhe para o lado,
Outra porta ou mesmo uma janela se abrirá,
Iluminará o caminho escuro,
Empurrará a tristeza sem
nexo ,
Que não faz mais sentido existir.
Arrume a mesa com toalha de renda e vaso de flores,
Salpique o chão com perfume de rosas
Pra próxima festa que irá começar.
Juraci( mas ainda te amo)
sábado, 9 de novembro de 2013
NÃO ME CANSEI DE TE
AMAR
Não me cansei de te
amar
Cansei-me de
rastejar,
Implorar migalhas e
me contentar.
Me cansei de te
perdoar sempre,
te acolher ou te procurar.
Cansei-me de pedir
desculpas
Procurando a minha
culpa
E muitas vezes nem a
encontrar.
Cansei-me das
desmedidas,
Da falta de vergonha
de dizer que chorei.
Não me cansei de te
amar.
Cansei-me de ver você
sempre me acusando
pra se defender.
E nunca reconhecer
que derramei lágrimas
por te amar demais.
De nunca reconhecer
que em minhas poesias
estava você e eu.
Agora vou seguir meu
rumo sem rumo,
plantar meus pés no chão,
Olhar o horizonte
perdido que antes era lindo,
pois era seu e meu.
Quem sabe talvez um
dia, na solidão, lendo meus versos
Você descobrira que
não me cansei de te amar
Mais você, que em seu
egoísmo,
não percebeu.
Juraci
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